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Doutor e Mestre pela PUC-SP. Cientista Social. Psicopedagogo, Psicanalista lacaniano e coordenador de Grupo Operativo. Autor de diversos livros, entre eles: Cidade Digital - Infoinclusão Social e Tecnologia em Rede, pela editora Senac-SP (2006).
Foram 15 meses à frente do projeto de Master in Business Administration em Arquivologia e Gestão Documental, monitorando a desenvoltura de profissionais de uma área até então desconhecida para mim, em suas particularidades. A arte de identificar, preservar, tratar, classificar e digitalizar a memória de uma pessoa, comunidade ou cidade, exige disciplina, coordenação motora fina, sensibilidade intelectual e emotiva, especialmente aplicada às pessoas que se dedicam profissionalmente e são polidas de espírito.
O processo de organização, articulação e aprendizagem poderia ser o mais específico possível, em se tratando de um assunto de conhecimento especializado e restrito em sua cadeia produtiva e com aplicação universal e de utilidade pública. O técnico desta área de conhecimento, diferente de outras áreas profissionais, além da capacidade operativa peculiar, possui verdadeira paixão pelo que faz e, sem sombra de dúvidas é disciplinado, paciente, perfeccionista, organizado e, diria ainda, pelo que observei nesta experiência do MBA, pedagogicamente orientado pela esperança, lembrando Paulo Freire (http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_freire).
Coordenar o projeto do primeiro MBA brasileiro em Arquivologia e Gestão Documental na UNIP, em Santos, foi um desafio empreendedor, mas, além disso, foi uma ambiciosa aprendizagem pedagógica de alto nível, envolvendo profissionais de gabarito nacional e internacional, que doaram parte de suas especialidades, para alunos pós-graduados pela competência aplicativa da técnica de lidar com a informação documentada e registrada.
Em se tratando da história, não é a realidade presente que define o amanhã, mas sim, o que denomino de simbioplastia da relação entre os acontecimentos passados e as ambições futuras, resultando na estética do conhecimento impresso ou digitalizado, seja em formato de dados, imagem, voz, som e seus múltiplos meios tecnológicos de propagação. Para explicar o que é simbioplastia começarei por qualificar a estética como o refinamento da apresentação final do produto, óbvio que não me refiro a produtos como a lata ou a caixa de alguma iguaria que se compra em um supermercado, mas, a síntese entre conteúdo, processo de beneficiamento, acabamento e marca do que é colocado para consumo final no comércio varejista. Assim é, quando algum consumidor entra em uma loja física no Shopping Center ou quando compra em uma loja virtual na internet.
O produto resulta do ciclo empreendedor do conhecimento técnico e dos recursos, do controle de qualidade financeira, da inovação tecnológica e o acompanhamento gerencial de toda a cadeia sócio-produtiva: empreendedor, colaborador, investidor, fornecedor, cliente e sociedade. A simbiose, conforme a wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Simbiose), é a relação entre organismos que agem ativamente em conjunto para proveito mútuo, possibilitando o aparecimento de especializações funcionais para cada espécie.
Para entender como a simbioplastia se manifesta na Sociedade de Informações observe atentamente a lógica comercial dos banners nos sites que navega na internet. Houve um avanço com a introduçaõ dos links pagos em sites de busca e, continuará avançando até atingir um grau superior de operacionalidade e viab